Do caderno para as teclas
Sempre guardei umas coisas na memória e outras num caderninho que me acompanha para qualquer lugar que eu ande. São histórias salvas numa área que eu chamo de ‘se eu tivesse um blog’, do caderno ou das lembranças. Tão legal isso (no meu caso) de escrever para nada, muito menos para ninguém.
Pois bem. Há uns tempos ando acompanhando a produção de conteúdos bastante pessoais de cidadãos e cidadãs da minha mais alta estima. Na maior parte deles, nunca deixei nenhuma opinião sobre a opinião desses autores em relação aos assuntos abordados. Vejo por lá e pronto. Afinal, assim como de boa intenção, de opinião lá também está cheio.
Só que conversa vai e vem, com pessoas que vão e vêm também, e como nos últimos tempos a maior interação que tenho tido com as pessoas são os seus blogs, é inevitável não chegar ao assunto quando encontro velhos conhecidos. Dia desses foi a vez de uma amiga de faculdade e falamos de uma amiga nossa que está fazendo doutorado no Rio de Janeiro. Eu: ah, ela está com um blog. Dá uma olhada, assim você fica sabendo mais ou menos as novidades. Dito e feito. Além de ver lá, a outra ainda deixou um recado para a dona contando a história.
Disso resultou mais uma série de recados porque quando vi que a neocarioca não associou a referência a mim, fui lá conversar também. Só que para fazer uma simples identificação para a dona da página, tive que me apresentar principalmente ao dono do pedaço. Foi um tal de preencher formulário que não acabava mais. E num desses, eis que estava criado o meu blog. Como é??? Mas eu só queria deixar uma fala para ela, dizendo que eu era eu... er... duas linhas de nada. Não quiseram nem conversa. Coloque aqui o título da sua página. Pronto, tava lá. E, agora, lá vem coisa. Primeiro, o porquê do nome.
Pois bem. Há uns tempos ando acompanhando a produção de conteúdos bastante pessoais de cidadãos e cidadãs da minha mais alta estima. Na maior parte deles, nunca deixei nenhuma opinião sobre a opinião desses autores em relação aos assuntos abordados. Vejo por lá e pronto. Afinal, assim como de boa intenção, de opinião lá também está cheio.
Só que conversa vai e vem, com pessoas que vão e vêm também, e como nos últimos tempos a maior interação que tenho tido com as pessoas são os seus blogs, é inevitável não chegar ao assunto quando encontro velhos conhecidos. Dia desses foi a vez de uma amiga de faculdade e falamos de uma amiga nossa que está fazendo doutorado no Rio de Janeiro. Eu: ah, ela está com um blog. Dá uma olhada, assim você fica sabendo mais ou menos as novidades. Dito e feito. Além de ver lá, a outra ainda deixou um recado para a dona contando a história.
Disso resultou mais uma série de recados porque quando vi que a neocarioca não associou a referência a mim, fui lá conversar também. Só que para fazer uma simples identificação para a dona da página, tive que me apresentar principalmente ao dono do pedaço. Foi um tal de preencher formulário que não acabava mais. E num desses, eis que estava criado o meu blog. Como é??? Mas eu só queria deixar uma fala para ela, dizendo que eu era eu... er... duas linhas de nada. Não quiseram nem conversa. Coloque aqui o título da sua página. Pronto, tava lá. E, agora, lá vem coisa. Primeiro, o porquê do nome.


2 Comments:
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Teu próximo post tem que ser "Eu trabalho com uma pessoa compulsiva".
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