Espetáculo do crescimento
Ontem fomos assistir ao espetáculo do crescimento da nossa família. A maioria dos residentes em Recife prestigiou o nascimento de Pedro na sala de TV do hospital. Enquanto Paula era cortada e costurada a gente olhava os detalhes do guri para já encontrar as semelhanças com o povo de casa.
Nem adiantou a família do pai querer dar alguma sugestão. O nosso alvoroço era muito maior. Tanto que a certa altura a própria avó paterna disse: “ele parece com vocês mesmo”. E é verdade. Pode até mudar depois, mas que ele é muito parecido com o nosso avô, isso é.
É um traço tão marcante que um senhor parou a minha irmã na rua outro dia, aqui em Recife, e perguntou:
- Você é filha ou neta de Manoel Vicente?
- Sou neta!
Nem adiantou a família do pai querer dar alguma sugestão. O nosso alvoroço era muito maior. Tanto que a certa altura a própria avó paterna disse: “ele parece com vocês mesmo”. E é verdade. Pode até mudar depois, mas que ele é muito parecido com o nosso avô, isso é.
É um traço tão marcante que um senhor parou a minha irmã na rua outro dia, aqui em Recife, e perguntou:
- Você é filha ou neta de Manoel Vicente?
- Sou neta!
É chegado mais um Pedro, então. Existe um em cada geração. A partir da vovó: um irmão dela, um filho, um neto e um bisneto agora. Continuemos.
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Estava ‘mesminho’ aqui no post anterior falando que não há o menor problema em dançar no meio da rua, o negócio é o registro que se faz disso. Pois a câmera da Globo gravou nosso bloco no carnaval e eu no meio, claro. Mas captar imagem não é garantia de veiculação. Só que dessa vez foi. O grêmio de uma integrante foi mostrado no Fantástico e a multidão viu. É o show da vida. E apois.
Eu mesma, quando era a favor das armas, me perguntaria:
- E daí? O que muda?
Hoje, já sem o menor estímulo bélico, me respondo:
- Rigorosamente nada.


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