Copa, comida e roupa lavada
As opiniões se dividem (para variar) quando se fala de futebol. E não somente relacionadas a lances polêmicos, de jogos específicos. Nada. A divisão vem antes, na essência mesmo da modalidade, da existência do esporte da bola no pé. Em época de Copa do Mundo então, os textos se multiplicam por aí detonando ou enaltecendo. Da minha parte, fico com os simpatizantes, mas leio todos porque é sempre bom ver como os opinantes se defendem, atacam, cruzam, batem laterais, escanteios e finalizam.
O interesse pelas chuteiras, no ótimo sentido, vem desde quando jogava botão com meu irmão. Foi na nossa mais tenra infância que ele me ensinou a regra do impedimento e eu aprendi, o que é bem mais complicado. Aliás, “brincadeira de menino” nunca foi proibida para mim. Futebol de botão, bola de gude, polícia e ladrão e todo tipo de apostas. Para equilibrar, bonecas de papel e ‘de verdade’, como a gente dizia, ganhavam roupinhas produzidas pela modelista – eu mesma – na brincadeira que não tinha participação dos meninos. E não teria problema se participassem.
Mas voltando ao fussball. “Futebol é massa” tem 13 letras.
:: Alguém merece Beckham vomitando em pleno jogo na hora do almoço de uma cidadã? E ele não merecia uns tons a mais naquela voz horrorosa? Bonito calado.
:: Rooney, o número 9 da Inglaterra, parece com Otto. Pensei que a qualquer momento ele ia parar de jogar para cantar “já estive num acidente e capoteeei / parei no canaviaaal” ou mandar um beijo para Alessandra Negrini.
:: A depender da minha torcida as oitavas-de-final seriam totalmente atípicas. Jogariam, além dos brasileiros, os outros latino-americanos, os asiáticos e os africanos.
:: Eu ia fazer tanta da farra com os coreanos. Torcida da melhor qualidade.
:: A doidinha da Eveline chorando com todos os hinos de todos os países. Sou uma pessoa cercada de ‘normais’ mesmo.
:: O técnico da Holanda é metrossexual para mais de 100 quilômetros.
:: O técnico argentino do México tem a maior cara de quem detona na tequila.
:: Portugal x Holanda em campo. Galvão x Arnaldo na cabine. Só deu lapada. Do pescoço para baixo era canela.
:: Ver jogo pelo SporTV até dá para sentir falta de Galvão Bueno.
:: Ver jogo perto de gente educada também é problema. Na hora do hino, quando passou o rosto do nosso goleiro, eu gritei “Dida, gota serena!!!” e o rapaz do casal na minha frente olha para a mulher como quem pede desculpas por essa pessoa descompensada. Ai, ai, faz tanto tempo que estou andando & andando para esses episódios.
:: Pedro Bial devia recorrer à sua imagem mais do que conhecida para fazer umas matérias na Alemanha, entrevistar o povo mais abusado, sei lá. Fazer alguma coisa para substituir aqueles textos ilustrados.
Fátima Bernardes & William Bonner são problema de quem assiste, já dizia um pensador alemão nos idos de 1940. Já que a gente vê mesmo assim, é testemunha.
:: FB pedindo desculpas por estar usando luvas.
:: Ela dizer que está frio e no final do programa WB recomendar uso de casaco no dia seguinte.
:: A risadinha que ela dá ao final de todas as matérias. Precisa?
:: Falando com a produção com microfone aberto.
:: Arrumando os cabelos quando volta de break, matéria, estúdio no Brasil...
:: E os sapinhos coaxando no ao vivo dela direto dos jardins do castelo em que a seleção estava hospedada, além de todos os mosquitos nas luzes da produção. Eles devem ter providenciado muito inseticida porque nas edições seguintes não apareceu mais nada.
Nos primeiros dias na Alemanha, Fátima Bernardes liga para o seu maquiador, no Brasil.
- O que você achou?
- Rachaaaa, você bebeu foi?
- Como assim? Por que? O que foi?
- Nunca mais ouse se virar sozinha. Eu já falei: não faça a maquiagem. Eu só não liguei na mesma hora para mandar você lavar o rosto porque William não deixou. Pode perguntar a ele. Digo logo.
(Nos dias seguintes FB passou a ser acompanhada por uma brasileira que se prontificou a dar uma mãozinha na maquiagem por uma módica quantia.)
O interesse pelas chuteiras, no ótimo sentido, vem desde quando jogava botão com meu irmão. Foi na nossa mais tenra infância que ele me ensinou a regra do impedimento e eu aprendi, o que é bem mais complicado. Aliás, “brincadeira de menino” nunca foi proibida para mim. Futebol de botão, bola de gude, polícia e ladrão e todo tipo de apostas. Para equilibrar, bonecas de papel e ‘de verdade’, como a gente dizia, ganhavam roupinhas produzidas pela modelista – eu mesma – na brincadeira que não tinha participação dos meninos. E não teria problema se participassem.
Mas voltando ao fussball. “Futebol é massa” tem 13 letras.
:: Alguém merece Beckham vomitando em pleno jogo na hora do almoço de uma cidadã? E ele não merecia uns tons a mais naquela voz horrorosa? Bonito calado.
:: Rooney, o número 9 da Inglaterra, parece com Otto. Pensei que a qualquer momento ele ia parar de jogar para cantar “já estive num acidente e capoteeei / parei no canaviaaal” ou mandar um beijo para Alessandra Negrini.
:: A depender da minha torcida as oitavas-de-final seriam totalmente atípicas. Jogariam, além dos brasileiros, os outros latino-americanos, os asiáticos e os africanos.
:: Eu ia fazer tanta da farra com os coreanos. Torcida da melhor qualidade.
:: A doidinha da Eveline chorando com todos os hinos de todos os países. Sou uma pessoa cercada de ‘normais’ mesmo.
:: O técnico da Holanda é metrossexual para mais de 100 quilômetros.
:: O técnico argentino do México tem a maior cara de quem detona na tequila.
:: Portugal x Holanda em campo. Galvão x Arnaldo na cabine. Só deu lapada. Do pescoço para baixo era canela.
:: Ver jogo pelo SporTV até dá para sentir falta de Galvão Bueno.
:: Ver jogo perto de gente educada também é problema. Na hora do hino, quando passou o rosto do nosso goleiro, eu gritei “Dida, gota serena!!!” e o rapaz do casal na minha frente olha para a mulher como quem pede desculpas por essa pessoa descompensada. Ai, ai, faz tanto tempo que estou andando & andando para esses episódios.
:: Pedro Bial devia recorrer à sua imagem mais do que conhecida para fazer umas matérias na Alemanha, entrevistar o povo mais abusado, sei lá. Fazer alguma coisa para substituir aqueles textos ilustrados.
Fátima Bernardes & William Bonner são problema de quem assiste, já dizia um pensador alemão nos idos de 1940. Já que a gente vê mesmo assim, é testemunha.
:: FB pedindo desculpas por estar usando luvas.
:: Ela dizer que está frio e no final do programa WB recomendar uso de casaco no dia seguinte.
:: A risadinha que ela dá ao final de todas as matérias. Precisa?
:: Falando com a produção com microfone aberto.
:: Arrumando os cabelos quando volta de break, matéria, estúdio no Brasil...
:: E os sapinhos coaxando no ao vivo dela direto dos jardins do castelo em que a seleção estava hospedada, além de todos os mosquitos nas luzes da produção. Eles devem ter providenciado muito inseticida porque nas edições seguintes não apareceu mais nada.
Nos primeiros dias na Alemanha, Fátima Bernardes liga para o seu maquiador, no Brasil.
- O que você achou?
- Rachaaaa, você bebeu foi?
- Como assim? Por que? O que foi?
- Nunca mais ouse se virar sozinha. Eu já falei: não faça a maquiagem. Eu só não liguei na mesma hora para mandar você lavar o rosto porque William não deixou. Pode perguntar a ele. Digo logo.
(Nos dias seguintes FB passou a ser acompanhada por uma brasileira que se prontificou a dar uma mãozinha na maquiagem por uma módica quantia.)


3 Comments:
ahahaha, pra mim o pior de tudo foi ronaldinho dizendo que o plástico cuidadosamente colocado pelo fisioterapeuta na perna de roberto carlos era "frescura". nessa hora o assessor deve ter morrido...
Estas cada vez MELHOR...
Num disse que esse blog é igual aquele outro BEM mais conhecido???
A diferença é que este e BEM melhor :-)
Veronildaaaa
Meu Deus...simplesmente fantástico! Adorei tudo! Tá foda! Sei não..tu num existe não!
TUDO!
Beijos
Postar um comentário
<< Home