Centro do Recife

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A distribuição de renda no centro comercial do Recife está em plena atividade neste fim de ano. Todos os passantes, com mais ou menos posses, estão participando de forma consciente (roubo) ou despercebida (furto). Os cidadãos em conflito com a lei, de várias idades e vícios, estão faturando mais do que o décimo terceiro neste dezembro.
Semana passada, radicalizei. Vi o mala abrindo a bolsa de uma mulher e me indignei. Podia ter partido para dar tapa nele, mas fui aos policiais que estavam a 10 metros da ocorrência e avisei. Eles ligaram as motos e saíram em diligência. Não sei o resultado.
O meu resultado é que cheguei em casa e bateu maior medo. Ainda tinha coisas a resolver na rua, mas não fui mais.
Tudo porque atrás do paredão de policiais, enquanto eu falava, um guri prestava atenção no assunto e disse: "ele foi para o lado de lá". Coincidentemente, era o mesmo que há um tempo pediu um real ou puxaria meu brinco para rasgar a orelha. Logo a minha imaginação completou que ele estava atuando em parceria com o meliante.
Então seria por essa razão que eu me assombro com as ocorrências? Sim e não. São tão banais, não é verdade? Mas são só exemplos das situações a que todos estão sujeitos no centro da cidade nesta loucura de compras de fim de ano.


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