Ele – o desejo
Acredito em todas as bênçãos e em todas as maldições... Nas coisas que se desejam com o coração.
1. Gosto de rezadeiras. As casas delas geralmente têm muitas plantas e árvores ao redor, além de todos os tipos de imagens de santos - quadros, estátuas e desejos de bênçãos. Aquele balançado de galhos de plantas na minha frente, de fato, me protegem nessa batalha com o tempo de ser eu mesma.
2. Início de 2005, perto do carnaval. Uma reunião de pessoas do candomblé na frente da igreja do Bonfim, em Olinda. Todos de branco cantando, dançando e lavando os poucos degraus da igreja. Começaram a jogar pétalas de flores nas pessoas. Fui mais para perto. Aquilo só podia ser sinal de coisas lindas para o ano que acabava de iniciar.
3. Da mesma forma, nas celebrações da igreja católica. Umas gotas de água benta só podem fazer bem para aqueles alcançados por elas.
4. Numa noite qualquer, de uma quinta-feira qualquer. Quando dobrei uma esquina seguindo para a casa da minha tia, quase esbarro numa moça que parou, me olhou nos olhos e disse: “Jesus ama você”. O que se há de fazer ou dizer numa hora dessas? Respondi: “eu também” e segui caminho.
5. Era mais uma das muitas roubadas em que nos metemos. Marta e eu estávamos na avenida Guararapes esperando ônibus depois do show de Escurinho, no Pátio de São Pedro. Passava das 23h quando um ônibus (que não era o nosso) parou e um senhor desceu na nossa frente. Num gesto rápido colocou as duas mãos sobre as nossas cabeças e disse: “Estão abençoadas”. Claro que estávamos e, claro, por causa daquele gesto.
São todos desejos. Intenções de que as coisas sejam soltas, livres, se resolvam e aconteçam da melhor forma.
1. Gosto de rezadeiras. As casas delas geralmente têm muitas plantas e árvores ao redor, além de todos os tipos de imagens de santos - quadros, estátuas e desejos de bênçãos. Aquele balançado de galhos de plantas na minha frente, de fato, me protegem nessa batalha com o tempo de ser eu mesma.
2. Início de 2005, perto do carnaval. Uma reunião de pessoas do candomblé na frente da igreja do Bonfim, em Olinda. Todos de branco cantando, dançando e lavando os poucos degraus da igreja. Começaram a jogar pétalas de flores nas pessoas. Fui mais para perto. Aquilo só podia ser sinal de coisas lindas para o ano que acabava de iniciar.
3. Da mesma forma, nas celebrações da igreja católica. Umas gotas de água benta só podem fazer bem para aqueles alcançados por elas.
4. Numa noite qualquer, de uma quinta-feira qualquer. Quando dobrei uma esquina seguindo para a casa da minha tia, quase esbarro numa moça que parou, me olhou nos olhos e disse: “Jesus ama você”. O que se há de fazer ou dizer numa hora dessas? Respondi: “eu também” e segui caminho.
5. Era mais uma das muitas roubadas em que nos metemos. Marta e eu estávamos na avenida Guararapes esperando ônibus depois do show de Escurinho, no Pátio de São Pedro. Passava das 23h quando um ônibus (que não era o nosso) parou e um senhor desceu na nossa frente. Num gesto rápido colocou as duas mãos sobre as nossas cabeças e disse: “Estão abençoadas”. Claro que estávamos e, claro, por causa daquele gesto.
São todos desejos. Intenções de que as coisas sejam soltas, livres, se resolvam e aconteçam da melhor forma.


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