sexta-feira, dezembro 30, 2005

Festas de 2005 - A lista

Todo mundo do mundo está fazendo uma lista neste momento. Lendo tantas, fui pensar nos meus grandes feitos e descobri que contribuí bastante para o bem da minha própria humanidade em 2005.

Lá no comecinho do ano Marta estava a caminho de Palmas-Tocantins e resolveu se fartar do Recife para levar as baterias carregadas. Não faltou um só babado que não estivéssemos presentes. Depois da partida dela, eu continuei o percurso como uma forma de homenagem. Certo que com bem menos freqüência. Então, mais do que merecida, a minha lista só podia falar das festas de 2005! Vamos por meses:

Janeiro – Iniciação à festa cubana no Clube Bela Vista dançando a noite inteira com o francês mais latino que eu já vi. No dia seguinte, festa no MAC, em Olinda, com Negroove “O meu Exu só bebe com adoçante” e Del Rey “Esqueça. Ele não te ama”. A gente dançou muito, tomou muita cerveja, eu encontrei muitos amigos e Marta se despediu muito.
Fevereiro – Faltei à prévia do Guaiamum Treloso com Pedro Luís e a Parede e Ney Matogrosso “Eu tenho o tempo do mundo, tenho o mundo afora”. Justamente porque foi no dia e na hora da viagem de Marta. Já no dia da Sala da Justiça eu estava lá com a minha linda saia de estrelinhas da Mulher Maravilha cantando e dançando no show da Academia da Berlinda “Onde andará você” e Nação Zumbi “Oh, Risoflora. Vou ficar de andada até te achar”.
Encontro de Maracatu na Bomba do Hemetério. Tudo lindo, um horário do jeito que eu gosto (terminando às 20h) e uma volta para casa totalmente desastrosa. Perdida sozinha num domingo à noite no Alto José Bonifácio. (Quem ouve rádio e lê jornal sabe muito bem o que isso pode significar.)
Bloco Dá o Loud com roupa maravilhosa e totalmente laranja. Em seguida, show do Mundo Livre SA “Deixa esse bolo de ameixa e vem mexer” e Nação Zumbi “Prometo, meu amor, vou me regenerar” todos juntos no palco formando a espetacular Orquestra Manguefônica. Concerto que me rendeu perda da voz pelos dias seguintes de Carnaval, aqueles dias em que não subi uma ladeira sequer em Olinda. Foi basicamente uma brincadeira somente no Recife Antigo, um bloco para lá, um show ali e, claro, forró do Boi da Macuca.
Na quarta de cinzas estava eu lá no Largo do Guadalupe pronta para cumprir a agenda de todos os anos com o Boi do Cupim. Como pastora fiel, e com a voz praticamente recuperada, cantei e dancei muito até a apoteose na casa de Dona Dá.
Março – Aniversário de Ana Claudia.
Abril – Aniversário de João Carlos (Mazella). Todo dia devia ser dia de... índio.
Maio – Aniversário de Mariana, no Costureira (eu mereço). Show de Los Sebosos Postizos “Sentado na praça sozinho eu estou a esperar por você, meu amor” e Del Rey “O seu orgulho não vale nada”.
Junho – Aniversário de Gustavo, no inigualável Cuxixó. São João em Monteiro não tem para mais ninguém, nem para qualquer lugar que seja. Show dos Vates e Violas “Sonhos são retirantes sem paradeiro” assistido com Zé de Cazuza, o dono da bodega.
Julho – Sem festas na rua.
Agosto – Chove chuva.
Setembro – Acontecimento do ano: casamento de Fabiano e Rossana.
Outubro – Aniversário de Duda, no Garrafus.
Novembro – Aniversários de Gabriela, Rodrigo, Roberta e o meu. Novembro é disparado o melhor mês de todos os anos. Show dos Vates e Violas “Plantando na terra a semente da flor”, lindos como sempre. Superapresentação do Santa Cruz, no Arruda, para quase 70 mil pessoas!
Dezembro – Três minutos de palco dançando cavalo marinho no espetáculo do Balé Popular do Recife. Show da Academia da Berlinda “Batendo as tamanquinhas”. Baile do Menino Deus e encontro da Big Família, em Olinda. Festão!
E que venha 2006 e todas as suas festíssimas!!!

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Menina, e haja festa! Afe!
Que seu 2006 seja ainda mais proveitoso, hehehe! Obrigada pela visitinha. Super simpática! :-)

05 janeiro, 2006 16:13  

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